O “Quadrilhão do PMDB”

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O “Quadrilhão do PMDB” é como esta sendo chamado pela mídia, novas denúncias apresentadas pela policia federal  ao STF  contra o presidente Michel Temer,  e os ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha, todos do PMDB.




Desses deputados e senadores  amigos e companheiros do presidente Michel Temes, citados na denuncia, dois estão presos, e os outros são ou já foram suspeitos de cometer crimes de corrupção,  desmatamento ilegal de reservas, lavagem de dinheiro, evasão de divisas etc…

 

O presidente diz estar inconformado, chateado com a denúncia, que  é mais uma perseguição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra ele. O presidente divulgou ontem uma nota sobre o assunto e pretende hoje 12/09 fazer um pronunciamento a nação Brasileira para se justificar  sobre o relatório da PF.

Desculpa esfarrapada

O Palácio do Planalto como sempre repudia, e diz  em nota, que o presidente Michel Temer  nunca teria solicitado valores ilícitos da empreiteira Odebrecht em meio à campanha à Presidência em 2014, que isso é uma mentira.

E diz ainda que todas as doações da construtora Odebrecht  foram legais.   “O presidente Michel Temer repudia com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho.  As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente”, diz a nota.

 

Mas o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Cláudio Melo Filho, em delação premiada, relatou ter entregue dinheiro vivo, em 2014, no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e conselheiro próximo de Temer.

 

Cláudio Melo Filho tem  acordo firmado com a Força Tarefa da Lava Jato, e diz que o dinheiro entregue no escritório de advocacia de José Yunes era parte dos R$ 10 milhões que Marcelo Odebrecht, presidente da empresa, resolveu destinar ao PMDB após um jantar que teve, em maio de 2014, com Michel Temer, no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência.

Os santos do pau oco

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, negou que tenha recebido recursos ilícitos da Odebrecht. “Não fui candidato em 2014. A acusação é uma mentira. Tenho certeza que, no final, isto estará comprovado”, diz Padilha em nota.

 

O senador Romero Jucá também divulgou nota  e diz  que desconhece a delação de Melo Filho e nega que recebeu recursos para o PMDB. O senador também esclarece que “todos os recursos da empresa ao partido foram legais”

 

O senador Eunício Oliveira, informou que nunca autorizou o uso de seu nome por terceiros e jamais recebeu recursos para a aprovação de projetos ou apresentação de emendas legislativas.

 

Fontes:

Folha de S.Paulo: Notícias, Imagens, Vídeos e Entrevistas

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http://veja.abril.com.br/politica/acusacao-contra-o-quadrilhao-do-pmdb-deixa-planalto-em-alerta/